poema em tempos de guerra
- Daniela Castro
- 2 de mar. de 2022
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em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum dia é útil portanto não há poema nenhum por dia útil porque em tempos de guerra nenhum
é atemporal não é cartesiano é de um eu desconhecido nada é dito tudo é dito pai, te amo há distância pai, te amo à distância
Pelo ronco e pelo berro esse cu já levou um ferro trecho d'O Livro (dos cem), de Jac Leirner, 1987
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