Rabo de cavala
- Daniela Castro
- 13 de jan. de 2022
- 1 min de leitura
Rabo de cavala
(a ColetivA Ocupação e aos secundaristas desde 2015, obrigada, te amo)
Perspectiva do enrosco
osso púbico em tradução tentacular
Ondalética sem terça
Feira performática e máquinas de afetos
Aulas no corredor, passagens e Anhangabaús
Beber direto na garrafa, baba de domingo
A ruína é tão mais legal: Thigresa
Vento na cara dança e improvisa
Festa e combate Confronto e celebração
Cai na feijoada Cai na vida Cai de quatro pés
Táticas de estar em guerrilha presencial
gesto pélvico público coletivamente
tudo transpira água oxigenada
manga com sal e pimenta no Reino
Conspira pura desobediência
Operações contemporâneas fedendo
a humanidade alegre
cheiroácidocheirodecorpocheirodeterracheirodepeidocheirodesuorcheirodesexos
Quando Quebra Queima
E desperta as muitas línguas que estão presas
dentro da língua portuguesa
Do original à agressão
Nas fontes quero matar a sede
e não prestar subordinação
é atemporal não é cartesiano é de um eu desconhecido nada é dito tudo é dito pai, te amo há distância pai, te amo à distância
Pelo ronco e pelo berro esse cu já levou um ferro trecho d'O Livro (dos cem), de Jac Leirner, 1987
A Imagem-Tempo O mal-estar na civilização O anti-edipo Crítica e clínica A revolução dos bichos Anos de chumbo O circuito dos afetos When...